Ler devia ser proibido

 

Ora o que acham disto?

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Sugestões de leituras #1


Li há dias, num blog no qual gosto passar bocadinhos um texto belíssimo, bem escrito, bem pensado. Deixo-vos aqui este excerto:


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as vésperas de um novo ano lectivo, os abutres dos lápis, canetas, cadernos, manuais, pastas e mochilas vão debicando efusivamente a economia doméstica das famílias. Portugal analfabeto segue em frente – e temos uma marioneta atarracada, a quem convenceram que é ministra, que afirma que «a função do Ministério da Educação não é colocar professores»!
Como é possível que docentes que leccionaram durante 15 e 20 anos (!) não tenham criado nenhum vínculo ao Estado? Há Estado? Ou trata-se de um mero empregador de mão-de-obra barata em situação ilegal??« 

Podem ler o texto completo em: http://cronicasdapeste.blogspot.com/2007/09/notcias-da-peste-16.html

Reacção a leituras… (#1)

Vasco Teixeira (coordenador da comissão do livro escolar da APEL e representante da Porto Editora) deu uma excelente entrevista ao jornal Público do passado sábado (08/09/2007). Ainda que se possa afirmar que as opiniões não serão inócuas, colocou o dedo na ferida e revelou-se bastante crítico sobre a actuação da ministra da educação.

Na verdade, pactuo com algumas das opiniões de Vasco Teixeira. Maria de Lurdes Rodrigues soube reconhecer alguns dos problemas[1] das nossas escolas (levantados em parte no manifesto com que abri o blog), procurou resolvê-los com medidas que nalguns casos até poderiam ser boas, mas quis (e continua a querer fazê-lo) da pior forma: centrando em si todo o processo, não ouvindo os parceiros, principalmente quem diariamente trabalha na escola (alunos e professores).
Como reconhece Vasco Teixeira, algo que se diz inclusive há muito tempo, ela « não confia nas pessoas, nem mesmo nas instituições. Faz tudo de uma forma centralizada, sozinha. Acho que vai acabar o mandato angustiada e só. A ver as medidas a não resultar. »
A não resultar porque não se apercebe das tropelias, do que revoga e daquilo que deixa continuar. Um exemplo gritante é a aplicação da TLEBS, precipitada a meu ver, não existindo mais orientação após o cancelamento da sua aplicação (precipitado igualmente), sendo que alguns manuais continuam com a nova terminologia e os novos a voltarem à antiga. Exemplos desses há muitos infelizmente, desde a reestruturação do Ensino secundário (fusão de cursos) sem se saber com que programas trabalhar, a criação de novos cursos tecnológicos, recusando-se a criação de manuais escolares, mas não criando orientações, nem uma bolsa de materiais online, por exemplo, até à resolução do problema da coexistência no Ensino Básico de dois programas divergentes (competências essenciais e programas da reforma de 91).

Despachos avulsos que não têm em conta o que se decidiu anteriormente, ou seja, não se planifica a acção, parece-me que se decide em cima do acontecimento, para reagir a algo que se levantou com a decisão anterior.

Em que ficamos então?
[1] Falta de aprendizagem dos alunos, abandono escolar, manuais escolares, concurso docente e instabilidade na carreira, integração na carreira e evolução na mesma, programas das disciplinas, TLEBS, etc.

Imagem retirada do seguinte blog: http://sinistraministra.blogspot.com/

contrato

Descobri num blog esta notícia bem interessante. Como fazer para algo relacionado com línguas?

Vi no Blog do Dipa e achei muito interessante:

Quem sabe programar, olhe a foto antes de ler o comentário.

Na linguagem « C », essa sequência de caracteres forma a frase « Now Hiring » (Estamos Contratanto), ou seja, querem pessoas que tenham conhecimento na linguagem, mas
que sejam suficientemente inteligentes para interpretar o outdoor…

Esse outdoor é quase uma entrevista!

(E eu vi no http://acarosnoarmario.blogs.sapo.pt/ LOL)

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