instruir

 

Reajo hoje a um comentário que ouvi há dias na rádio. Reajo positivamente pela clarividência da afirmação. Trata-se de uma das falácias modernas, de que a escola deve educar e não instruir.

Pois considero precisamente que a função da escola é a ensinar e de instruir e através desta educar, mas não o contrário. Vejamos, o ensino está relacionado com o desenvolvimento de conhecimentos de conteúdo; a instrução com o fomento de competências, de saberes em acção, ou de acção para o sabe; educar remete para atitudes, comportamento e valores. Caso nos questionemos sobre as funções da escola, rapidamente perceberíamos que as três estão presentes, mas em graus diferentes. Cabe à escola ensinar e instruir, e em menor grau à sociedade, ainda que detenha uma fatia considerável dessa função. Cabe à sociedade educar, a família, o grupo de amigos, os outros grupos sociais, a televisão, etc. A escola detém igualmente essa função, como é óbvio, mas não lhe compete educar por si só.

Ora actualmente, as crianças e adolescentes passam demasiado tempo na escola em actividades que pertencem, na minha opinião, à sociedade.

Reading literacy

According to PISA, reading is « […] the capacity to identify and understand the role that reading plays in the world, to make well-founded judgments, and to use and engage with reading in ways that meet the needs of that individuals life as a constructive, concerned and reflective citizen. » (OCDE, 2003: 108).

Let’s think about our practices  to see if they  match with this definition.

That’s the contest of the week. Let us know, share your practices.

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